Engenharia · IA Generativa · Sistemas Agênticos · Automação

A engenharia que opera o agora.

A engenharia de software entrou em uma nova era. IA generativa acelera o que escrevemos, sistemas agênticos executam o que decidimos e a automação opera o que rodamos. Na TecLimit, isso não é discurso — é stack.

10×
aceleração típica de delivery
85%
de cobertura assistida por IA
24/7
agentes em produção
0
tolerância a alucinação em prod
01 · Pilares

Três motores.
Uma única disciplina.

A engenharia moderna não é uma soma de ferramentas — é uma postura. Combinamos três frentes que se reforçam: o que aceleramos, o que delegamos e o que automatizamos. Sempre sob auditoria.

01

IA Generativa

Modelos de linguagem como copilotos de engenharia: código, testes, documentação, design de API e geração de dados sintéticos. Velocidade, com revisão humana onde importa.

  • Pair programming sênior + LLM
  • Geração de testes e fixtures
  • Migração assistida de legado
  • Documentação viva e auditável
02

Sistemas Agênticos

Agentes autônomos com memória, ferramentas e objetivos — operando em fluxos de negócio reais. Planejam, executam, observam e corrigem dentro de fronteiras que você define.

  • Orquestração multi-agente
  • RAG corporativo + memória de longo prazo
  • Tool-use governado e auditado
  • Loops humano-no-meio quando necessário
03

Automação Operacional

CI/CD, IaC, GitOps, observabilidade e auto-remediação. A esteira que transforma cada commit em release segura — e cada incidente em playbook executável.

  • Pipelines reproduzíveis e assinados
  • Infra como código + policy as code
  • Observabilidade nativa (OpenTelemetry)
  • Self-healing e progressive delivery
02 · IA na Engenharia

Generativa para escrever.
Agêntica para executar.

A diferença entre acelerar tarefas e delegar processos é a fronteira entre IA generativa e IA agêntica. Nós operamos nas duas — com guardrails para que produção nunca dependa de fé.

GenAI · Produtividade

IA Generativa: o copiloto sênior.

Não tratamos LLMs como gimmick. Tratamos como uma camada de produtividade integrada ao SDLC — com prompts versionados, eval contínua e métricas de qualidade tão sérias quanto cobertura de testes.

Code intelligence

Assistência em IDE com contexto de repositório, padrões e linhas guia internas — não autocomplete genérico.

Síntese de testes

Geração de unit, contract e fuzz tests a partir de specs — com triagem humana sobre os casos de borda.

Modernização de legado

Tradução assistida entre stacks, refatoração em larga escala e geração de equivalência semântica auditada.

Documentação viva

Docs que se atualizam a partir do código real — ADRs, runbooks, OpenAPI e diagramas de sequência.

3.4×
throughput por engenheiro
−42%
tempo médio de revisão
90%
prompts versionados
Agentic · Autonomia

IA Agêntica: o operador autônomo.

Agentes que planejam, executam e se corrigem dentro de fronteiras explícitas. Memória, ferramentas, observabilidade e revogabilidade desde o dia zero — não como adendo.

Orquestração multi-agente

Decomposição de objetivos, papéis especializados e protocolos de coordenação — com supervisor que arbitra.

Tool-use governado

Toda ferramenta tem schema, escopo, rate limit e auditoria. Nada que o agente faz é invisível ao operador.

RAG corporativo

Recuperação de conhecimento sobre fontes próprias, com filtros de permissão respeitados em cada query.

Memória persistente

Episódica e semântica — agentes aprendem com sessões anteriores sem virar uma caixa-preta.

100%
trajetórias auditáveis
<1s
tempo médio de revogação
N+1
isolamento por tenant
Anatomia · Loop agêntico

Como um agente da TecLimit toma uma decisão em produção.

cinco etapas · zero ambiguidade
F.01

Percepção

Recebe evento, contexto e estado. Recupera histórico relevante via RAG.

F.02

Plano

Decompõe objetivo em passos. Escolhe ferramentas. Estima custo e risco.

F.03

Ação

Executa via tools governadas. Cada chamada assinada, escopo limitado.

F.04

Verificação

Valida resultado contra contrato. Detecta regressão e dispara handoff humano.

F.05

Memória

Persiste trajetória, métricas e aprendizados. Tudo replayável e revogável.

03 · Automação operacional

A esteira que
nunca dorme.

Software moderno não vive — ele opera. Cada commit precisa virar uma release segura, cada release precisa ser observável, cada incidente precisa ser uma melhoria documentada. Isso só acontece quando a esteira é desenhada para isso.

Operamos em níveis crescentes de autonomia operacional — do CI clássico até remediação autônoma com agentes em loop fechado. Você escolhe até onde quer ir; nós garantimos que cada passo seja reversível.

GitOpsIaCOpenTelemetrySLO/SLAPolicy as CodeProgressive DeliveryChaos EngineeringFinOps
L0

CI/CD assinado

Build reprodutível, artefatos assinados, SBOM em cada release.

100%
L1

Infra como código

Terraform/Pulumi com policy gates e drift detection.

100%
L2

Observabilidade nativa

Logs, métricas e traces correlacionados, com SLOs como código.

100%
L3

Progressive delivery

Canary, feature flags e rollback automático guiado por métrica.

95%
L4

Auto-remediação

Agentes em loop fechado para incidentes recorrentes, com kill-switch humano.

70%
L5

Otimização contínua

Custo, performance e segurança ajustados por evidência — sem janela de manutenção.

04 · Práticas

Nove práticas
que diferenciam.

Não vendemos metodologia. Vendemos práticas que sobrevivem a mudanças de time, de stack e de fornecedor — e que tornam o software defensável quando o regulador, o auditor ou a meia-noite chegam.

P.01

Trunk-based development

Integração contínua real — branches efêmeras, releases pequenas, rollback barato.

P.02

Domain-Driven Design

Linguagem ubíqua, contextos delimitados e contratos de dados que sobrevivem ao próximo refactor.

P.03

Test pyramid moderna

Unit, contract, integration e end-to-end equilibrados — com property-based onde fizer sentido.

P.04

SLO antes de feature

Cada serviço nasce com objetivos de nível de serviço. Sem SLO, não vai para produção.

P.05

Zero-trust de fato

Identidade verificada, escopos mínimos, segredos rotativos. Auditoria como cidadã de primeira classe.

P.06

Eval-driven AI

Modelos e prompts com suite de avaliação contínua — qualidade tratada como teste, não como sentimento.

P.07

Caos sob controle

Game days, fault injection e exercícios programados — descobrimos as falhas antes do cliente.

P.08

FinOps embarcado

Custo por feature, por tenant, por inferência — visível desde o pull request.

P.09

Postmortem sem culpa

Cada incidente vira sistema mais forte. A pergunta é "como o sistema permitiu?", não "quem errou?".

05 · Guardrails

IA em produção
exige cinto.

A pergunta não é se a IA vai errar — é o que acontece quando ela errar. A resposta tem que ser projetada antes do primeiro deploy. Sem isso, "agentes em produção" é só uma manchete bonita até virar um incidente caro.

Por isso, todo agente, todo modelo, toda automação que entregamos chega com cinco camadas de proteção integradas — e auditáveis até a última chamada de tool.

“Confiança em IA não é fé — é evidência reproduzível.”— Princípio de engenharia TecLimit

Isolamento e blast radius

Agentes operam em sandbox com escopo mínimo. Cada ação é reversível e seu impacto, contido por design.

Eval contínua e drift

Suites de avaliação rodam a cada deploy e em produção — qualidade do modelo é métrica de SLO, não opinião.

Auditoria por trajetória

Toda decisão do agente é gravada — prompts, contextos, ferramentas, resultados. Replay completo a qualquer momento.

Privacidade por padrão

PII redacted antes do prompt, isolamento por tenant, retenção mínima — e zero treinamento em dados de cliente.

Humano no meio do loop

Decisões de alto impacto têm aprovação humana obrigatória. Kill-switch e revogação a um clique de distância.

Pronto para uma engenharia que opera o agora?

Mostramos como IA generativa, agentes autônomos e automação podem entrar no seu stack — sem virar dependência tóxica nem manchete de incidente.